Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2005

O som do silencio

Sozinho.jpg

"Ouve-se sozinho"


Eu quase morto
Estou doentito
É o tempo natural das coisas né
Pois acho que correndo ou não, indo ou não à luta o que tiver que ser é
Claro que luto quando acredito
E não nego luta se valer a pena
Mas não creio que me deva fazer tantas coisas como tu dizes ter feito
Quem me dera ser e pensar como tu as "normais" pessoas
Mas não penso
Não corro atrás do tempo nem em tempo algum porque o tempo já corre
És o que és
E agravas aceitando o que eu e os outros sejamos
Agravas a tua beleza
A minha não tem gravidade sou apenas bonito por vezes não aceito as pessoas como são, mas tolero-as
É confortante, ainda assim sei que aceitas mas esperas mais para mim, isso desconcerta ou seja, sei que não é aceitação total
Mas conta sempre com mais de mim ainda que não esperes
Não creias é que serei mais do que o que sou, pois nisso até já eu tenho as minhas dúvidas, mas também gostaria de ser
Eu sei que tudo que tenha para dar dou sem olhar a quem
Só não estou preparado nem dou aquilo que não tenho
Que bom o som do silencio!!!!!
Não corras por favor
Tens um espaço que eu nunca terei
Preciso de reabilitar o corpo
Ando débil

publicado por bamos às 05:38
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7 comentários:
De menina_marota a 19 de Janeiro de 2005 às 09:40
Uma imagem vale por mil palavras, mas estas palavras valem por mil imagens... Gostei desta sensibilidade transmitida e partilhada. Beijo :-)))


De Mar Revolto a 17 de Janeiro de 2005 às 19:11
Gosto desta tua forma de escreveres, ao correr da pena, e que faz de ti um ser carregado de sentidos e transparente.
Um beijo


De Aran_aran a 17 de Janeiro de 2005 às 18:36
As melhoras... bjos


De sara a 17 de Janeiro de 2005 às 14:58
Sounds of silence?. Acontece a todos nós a vida é mesmo assim. Morrer para renascer, over and over again....
Não negues a "luta" tu mereces !!! As tuas melhoras rapido...


De novembro7 a 17 de Janeiro de 2005 às 14:13
"indo ou não à luta o que tiver que ser é" acho que "lutando" por aquilo que queremos teremos mtas mais hipóteses de vencer, infelizmente as coisas não caiem do céu! Gostei mto da imagem, espetacular! Bjs


De ferrus a 17 de Janeiro de 2005 às 13:41
A beleza das coisas é a partilha, inclusivé a da alma. Criação de espaços comuns de cedência para convívio e...
Abraços de amizade vitamínicos para a tua efermidade. :-)
Um grande abraço, João!


De Carla a 17 de Janeiro de 2005 às 06:53
Todos temos um espaço que o outro nunca tem. Todos somos ímpares e o facto de sermos únicos torna-nos deliciosas criaturas de sons e silêncios. Gosto das tuas palavras, João. Muito. Beijo grande :)


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