Sábado, 22 de Abril de 2006

Enquanto se espera...




































É tudo assim




Destino o que tiver que ser sempre será.




Não tentes saber o que sinto




Tenta fazer-me sentir novas coisas e boas




Isso sei que sabes e consegues




Força...




É isso tudo e tudo




Se resume a isso




Nunca digas tudo o que queres....




Diz sempre mais do que tudo que possas querer




Para teres tudo que realmente desejas




Essa já eu aprendi




Pois dizia sempre o que achava ser suficiente querer




E nada tinha quase sempre




Agora exagero quase tudo, tudo mesmo




E tenho geralmente o suficiente para ir sorrindo de quando em vez




Exagero até na forma de te fazer sentires me




Por mim podes ser feliz...




Sei que se o fores alguma dessa felicidade será partilhada comigo




E agradeço!




E podes me deixar chamar-te amiga?




Um dia qualquer, essa amizade dá frutos vais ver




Chamados verdade e partilha, doces como tu amargos como eu 




Agridoces e sem caroços!




Eu vivendo




E tu cheia de vida! Felizes pois




Eu acho que a infelicidade não existe




Ou é ínfima




Existe apenas.... Vida tal qual ela é




Dura




E indefinida




Ninguém sabe realmente para que nasceu




Até ter um filho.




Depois o filho que descubra que nós já não temos tempo nem é esse o nosso
sentido




Todos nascemos felizes e a chorar




Depois morremos a sorrir... sem saber porque




É a maior felicidade que se pode ter




Infelicidade mesmo é morrer




Por isso só somos infelizes a infelicidade só existe




Quando sabemos que no segundo seguinte estamos mortos




E isso infimamente acontece enquanto se espera só depois dela.




 






publicado por bamos às 23:31
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4 comentários:
De Carla a 24 de Abril de 2006 às 23:11
Ah.... penso que assim já vai dar... realmente ontem só me aparecia o post em questão, não devo ter entrado na página principal. Quis eu dizer-te que adorei essa tua expressão quando dizes que nascemos felizes e a chorar e depois morremos a sorrir... sem saber porquê. Acho que às vezes andamos tão desatentos à procura de coisas grandes, que nem nos apercebemos dos pequenos milagres que nos são oferecidos no dia-a-dia. Para mim, o sorriso é um desses pequenos milagres, que se tornam gigantes para quem os vê e os acolhe no colo. Obrigada por todos os sorrisos que me despertas, João lindo... Um beijo enorme.


De Sombras a 23 de Abril de 2006 às 03:01
Profundo, como sempre. Nostálgico, ás vezes. Sábio, genuíno e de uma rara beleza interior... É assim que eu gosto de ti! Em cada um de nós, de facto, existe uma paisagem interior com planícies invioláveis, vales de silêncio e paraísos secretos... BEIJO


De Irene a 4 de Novembro de 2012 às 14:55
Ok achas?


De João a 6 de Novembro de 2012 às 10:13
:) Tu, Que Achas? Achaste-me?! :)


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